quarta-feira, 23 de maio de 2012

No bom caminho…

“As receitas fiscais caíram 3% nos primeiros quatro meses deste ano, enquanto a despesa corrente aumentou 1%. O Estado português está a recolher menos impostos, sobretudo em IVA, enquanto o corte de 5% nas despesas com pessoal foi insuficiente para colocar a despesa total a cair.

O défice do subsector Estado atingiu 3,05 mil milhões de euros nos primeiros quatro meses do ano, o que representa um agravamento face ao desequilíbrio de 2,45 mil milhões de euros registado no mesmo período do ano passado.

O agravamento deve-se ao efeito combinado do aumento da despesa corrente em 1%, enquanto as receitas totais do Estado registaram uma queda de 2,3%, penalizadas pela descida de 3% nas receitas fiscais.

Segundo os dados da DGO, as receitas com IVA, que espelham de forma mais fidedigna o desempenho da economia, desceram 3,5%. Ainda assim foram registadas quebras mais intensas noutros impostos indirectos, com o ISP a cair 7,8%, o imposto sobre veículos a baixar 48% e o imposto sobre o tabaco a descer 17,7%.

Nos impostos directos o Estado cobrou mais 33,2% em IRS e 13% em IRC. A DGO destaca que os impostos indirectos estão acima do esperado, com um grau de execução de 26,3%, acima do padrão médio de execução (23,8%), “baseado no comportamento IRS, cuja cobrança tem aumentado nos três últimos meses”.

Fonte: Negócios Online


E que tal mais um “aumentozito” de impostos para “arrumar a casa”? E se, associado a mais um aumento de impostos, o Governo reduzir os fins-de-semana para metade, então é que isto vai lá pela certa!

Dr. Passos Coelho e Dr. Vítor Gaspar: como se vê pela evolução positiva do IRS e do IRC, os “patos” do costume estão sempre disponíveis para pagar a factura. Carreguem neles!

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