terça-feira, 16 de outubro de 2012
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
O grande embuste
No dia em que o Governo entrega na Assembleia da República a sua proposta de Orçamento de Estado para 2013, ou melhor, a sua proposta de assalto fiscal aos portugueses, devemos recordar algumas das afirmações de Passos Coelho feitas à comunicação social em 2010 e 2011, quando já se preparava para ser eleito como primeiro-ministro ou, recorrendo à sua terminologia, quando já se preparava para “meter a mão no pote”.
Aqui lhe deixamos o endereço onde poderá recordar essas intervenções de Passos Coelho e compará-las com o que tem vindo a fazer depois de ter assumido a chefia do Governo:
http://www.youtube.com/watch?v=gNu5BBAdQec&feature=youtu.be
Dirão alguns que, anteriormente, outros líderes partidários, incluindo alguns do Partido Socialista, tiveram uma postura semelhante.
Não nos custa aceitar essa posição porque, nesta matéria, todos os partidos, em particular os do “arco do governo”, possuem “telhados de vidro”.
Mas também é verdade que, na história da democracia portuguesa, nunca um líder partidário e candidato a primeiro-ministro mentiu aos portugueses de forma tão despudorada como o fez Passos Coelho.
Quem promete
Em dívida se mete
E não cumprindo então
Não merece nenhum perdão
Aqui lhe deixamos o endereço onde poderá recordar essas intervenções de Passos Coelho e compará-las com o que tem vindo a fazer depois de ter assumido a chefia do Governo:
http://www.youtube.com/watch?v=gNu5BBAdQec&feature=youtu.be
Dirão alguns que, anteriormente, outros líderes partidários, incluindo alguns do Partido Socialista, tiveram uma postura semelhante.
Não nos custa aceitar essa posição porque, nesta matéria, todos os partidos, em particular os do “arco do governo”, possuem “telhados de vidro”.
Mas também é verdade que, na história da democracia portuguesa, nunca um líder partidário e candidato a primeiro-ministro mentiu aos portugueses de forma tão despudorada como o fez Passos Coelho.
Quem promete
Em dívida se mete
E não cumprindo então
Não merece nenhum perdão
domingo, 14 de outubro de 2012
Alcançámos as 60.000 visitas!
O Blog Mação 2013 alcançou as 60.000 visitas.
Obrigado a todos os que nos acompanham neste espaço de informação.
Mantemos o compromisso de continuar a trabalhar para merecer a vossa preferência e a vossa visita.
Obrigado a todos os que nos acompanham neste espaço de informação.
Mantemos o compromisso de continuar a trabalhar para merecer a vossa preferência e a vossa visita.
sábado, 13 de outubro de 2012
Os lotes atolados dos Atoleiros
Numa passagem recente pela urbanização dos Atoleiros levantou-se-nos uma dúvida relativamente a alguns lotes de terreno, para a qual não obtivemos resposta.
Poorque perguntar não ofende, aqui deixamos essa dúvida, na expectativa de que alguém, mais entendido nestas matérias, a possa esclarecer.
Se os proprietários de alguns lotes situados nos locais que as fotos documentam pretenderem construir uma habitação, como deverão agir:
- Construí-la no cimo do terreno, tal como ele se encontra presentemente, e fazer uma escadaria para a rua?
- Escavar e retirar a o enorme volume de terras que está no seu lote, de modo a permitir a construção da habitação ao nível da rua, mesmo correndo o risco de ficar “enterrado”, caso os proprietários confinantes decidam não fazer o mesmo?
Aproveitando o tema, perguntamos ainda: os lotes de terreno da urbanização dos Atoleiros já passaram a urbanos ou ainda continuam classificados como rústicos?
Poorque perguntar não ofende, aqui deixamos essa dúvida, na expectativa de que alguém, mais entendido nestas matérias, a possa esclarecer.
Se os proprietários de alguns lotes situados nos locais que as fotos documentam pretenderem construir uma habitação, como deverão agir:
- Construí-la no cimo do terreno, tal como ele se encontra presentemente, e fazer uma escadaria para a rua?
- Escavar e retirar a o enorme volume de terras que está no seu lote, de modo a permitir a construção da habitação ao nível da rua, mesmo correndo o risco de ficar “enterrado”, caso os proprietários confinantes decidam não fazer o mesmo?
Aproveitando o tema, perguntamos ainda: os lotes de terreno da urbanização dos Atoleiros já passaram a urbanos ou ainda continuam classificados como rústicos?
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Espelho meu, espelho meu, algum autarca é mais amigo do que eu?
Com alguma frequência os Vereados do PS ouvem os membros do Executivo Camarário elogiarem a actuação da Câmara de Mação em matéria de acção e apoio social, chegando estes a afirmar que ela é uma referência a nível nacional.
É um facto que a Câmara de Mação tem tido um desempenho globalmente positivo nestes domínios, ainda que, nalguns apoios prestados, os critérios de atribuição não sejam os mais adequados.
Mas parece despropositado o Executivo Camarário considerar a Câmara de Mação uma referência a nível nacional, porque existem muitas outras autarquias a desenvolver uma actuação tão ou mais meritória no apoio às famílias e aos munícipes.
Uma boa prova do que afirmamos é esta: ainda recentemente o Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis (OAFR) divulgou as 35 autarquias que irá distinguir com o prémio “Autarquia + Familiarmente Responsável 2012”. São elas:
A distinção que a OAFR irá atribuir no próximo dia 24 de Outubro resulta de um inquérito realizado a nível nacional, ao qual responderam 103 autarquias, e onde foram analisadas as políticas de família dos municípios em dez áreas de actuação: apoio à maternidade e paternidade; apoio às famílias com necessidades especiais; serviços básicos; educação e formação; habitação e urbanismo; transportes; saúde; cultura, desporto, lazer e tempo livre; cooperação, relações institucionais e participação social; e outras iniciativas. Foram ainda analisadas as boas práticas das autarquias para com os seus funcionários autárquicos em matéria de conciliação entre trabalho e Família.
É um facto que a OAFR analisou apenas um terço das autarquias do país. Mas destas considerou existirem 35 que mereciam ser premiadas pela sua actuação no apoio às famílias e aos munícipes.
A atribuição do prémio a estas autarquias vem demonstrar que, ao contrário do que o Executivo Camarário quer fazer crer, em matéria de boas práticas na área da acção e do apoio social, já são muitas as que se destacam.
Comentários:
1) Surpreende que a Câmara de Mação não tenha participado no inquérito, através do qual poderia dar a conhecer o trabalho que tem vindo a realizar. E ficaríamos satisfeitos se conseguisse alcançar um lugar de relevo;
2) Quando o Executivo Camarário olha para o seu “pequeno céu” e esquece o “imenso mar” que existe para além do nosso Concelho, e o muito que por lá se faz, faz-nos lembrar a velha história da “rã no fundo do poço”.
É um facto que a Câmara de Mação tem tido um desempenho globalmente positivo nestes domínios, ainda que, nalguns apoios prestados, os critérios de atribuição não sejam os mais adequados.
Mas parece despropositado o Executivo Camarário considerar a Câmara de Mação uma referência a nível nacional, porque existem muitas outras autarquias a desenvolver uma actuação tão ou mais meritória no apoio às famílias e aos munícipes.
Uma boa prova do que afirmamos é esta: ainda recentemente o Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis (OAFR) divulgou as 35 autarquias que irá distinguir com o prémio “Autarquia + Familiarmente Responsável 2012”. São elas:
A distinção que a OAFR irá atribuir no próximo dia 24 de Outubro resulta de um inquérito realizado a nível nacional, ao qual responderam 103 autarquias, e onde foram analisadas as políticas de família dos municípios em dez áreas de actuação: apoio à maternidade e paternidade; apoio às famílias com necessidades especiais; serviços básicos; educação e formação; habitação e urbanismo; transportes; saúde; cultura, desporto, lazer e tempo livre; cooperação, relações institucionais e participação social; e outras iniciativas. Foram ainda analisadas as boas práticas das autarquias para com os seus funcionários autárquicos em matéria de conciliação entre trabalho e Família.
É um facto que a OAFR analisou apenas um terço das autarquias do país. Mas destas considerou existirem 35 que mereciam ser premiadas pela sua actuação no apoio às famílias e aos munícipes.
A atribuição do prémio a estas autarquias vem demonstrar que, ao contrário do que o Executivo Camarário quer fazer crer, em matéria de boas práticas na área da acção e do apoio social, já são muitas as que se destacam.
Comentários:
1) Surpreende que a Câmara de Mação não tenha participado no inquérito, através do qual poderia dar a conhecer o trabalho que tem vindo a realizar. E ficaríamos satisfeitos se conseguisse alcançar um lugar de relevo;
2) Quando o Executivo Camarário olha para o seu “pequeno céu” e esquece o “imenso mar” que existe para além do nosso Concelho, e o muito que por lá se faz, faz-nos lembrar a velha história da “rã no fundo do poço”.
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
A mesma política, a mesma despesa
O Executivo Camarário aprovou ontem, com os votos contra dos Vereadores do PS, a 5ª alteração orçamental do corrente ano.
Através desta alteração orçamental o Executivo Camarário propõe-se transferir quase € 200.000 que estavam afectos a despesas de investimento para despesas correntes.
No corrente ano a verba transferida pelo Executivo Camarário para despesas correntes cifra-se já em € 400.000. E talvez o valor não fique por aqui...
Como o Executivo Camarário não muda a sua gestão, é natural que não consiga arrepiar caminho na despesa corrente.
Através desta alteração orçamental o Executivo Camarário propõe-se transferir quase € 200.000 que estavam afectos a despesas de investimento para despesas correntes.
No corrente ano a verba transferida pelo Executivo Camarário para despesas correntes cifra-se já em € 400.000. E talvez o valor não fique por aqui...
Como o Executivo Camarário não muda a sua gestão, é natural que não consiga arrepiar caminho na despesa corrente.
Uma geminação que não germina
Decorreu um ano sobre a geminação de Mação com Buriti dos Montes, um município situado no estado de Piauí, no nordeste do Brasil.
Segundo o Executivo Camarário, a geminação com Buriti dos Montes visava 2 objectivos:
- Potenciar alguns projectos do “Museu de Mação”, dado o facto do município brasileiro estar situado numa região de grande importância arqueológica;
- Dinamizar um programa de intercâmbio cultural, social, educativo, desportivo, turístico e empresarial, envolvendo em áreas tão diversas como a protecção civil, o meio ambiente e o saneamento ou o associativismo.
Na altura Vereadores do PS votaram favoravelmente a celebração da geminação, levando em conta, fundamentalmente, o envolvimento do “Museu de Mação”. Contudo, não deixaram de sublinhar as suas dúvidas (para não dizer certezas) quanto ao sucesso desta geminação relativamente às demais áreas de actuação que os 2 municípios pretendiam desenvolver.
Na base destas dúvidas estavam, fundamentalmente, os milhares de quilómetros que separam os 2 municípios. Nestas condições, é difícil dinamizar e estreitar uma cooperação, sem que ela implique elevados custos financeiros.
Decorrido um ano sobre a geminação, é caso para dizer que, como se previa, ela tem dificuldade em germinar. Até à data não se conhece uma iniciativa que tenha sido concretizada nos diversos domínios do “programa de intercâmbio cultural, social, educativo, desportivo, turístico e empresarial” que se pretendia desenvolver.
Por enquanto, da geminação entre Mação e Buriti dos Montes restam apenas as fotos da cerimónia de assinatura do protocolo de geminação. Para mais tarde recordar.
Segundo o Executivo Camarário, a geminação com Buriti dos Montes visava 2 objectivos:
- Potenciar alguns projectos do “Museu de Mação”, dado o facto do município brasileiro estar situado numa região de grande importância arqueológica;
- Dinamizar um programa de intercâmbio cultural, social, educativo, desportivo, turístico e empresarial, envolvendo em áreas tão diversas como a protecção civil, o meio ambiente e o saneamento ou o associativismo.
Na altura Vereadores do PS votaram favoravelmente a celebração da geminação, levando em conta, fundamentalmente, o envolvimento do “Museu de Mação”. Contudo, não deixaram de sublinhar as suas dúvidas (para não dizer certezas) quanto ao sucesso desta geminação relativamente às demais áreas de actuação que os 2 municípios pretendiam desenvolver.
Na base destas dúvidas estavam, fundamentalmente, os milhares de quilómetros que separam os 2 municípios. Nestas condições, é difícil dinamizar e estreitar uma cooperação, sem que ela implique elevados custos financeiros.
Decorrido um ano sobre a geminação, é caso para dizer que, como se previa, ela tem dificuldade em germinar. Até à data não se conhece uma iniciativa que tenha sido concretizada nos diversos domínios do “programa de intercâmbio cultural, social, educativo, desportivo, turístico e empresarial” que se pretendia desenvolver.
Por enquanto, da geminação entre Mação e Buriti dos Montes restam apenas as fotos da cerimónia de assinatura do protocolo de geminação. Para mais tarde recordar.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Reorganização Administrativa no Concelho de Mação
A Assembleia Municipal de Mação pronunciou-se hoje contra a reorganização administrativa territorial autárquica ao abrigo da Lei nº 22/2012, de 30 de Maio, não tendo proposto a extinção, fusão ou agregação de qualquer freguesia do Concelho.
Voltaremos a este tema brevemente.
Voltaremos a este tema brevemente.
Pedido de Informação dos Vereadores do PS
Pedido de Informação Nº: 65
Reunião de Câmara: 26-Set-2012
Assunto: Investimentos realizados pela CMM nas Freguesias do Concelho
Exmo. Sr.
Dr. Saldanha Rocha
Presidente da Câmara de Mação
Os Vereadores do Partido Socialista vêm requerer a V. Exa., ao abrigo do artigo nº 68, alínea s), da Lei nº 169/99 de 18 de Setembro, com a redacção que lhe foi dada pela Lei nº 5-A/2002 de 11 de Janeiro, que, relativamente a cada Freguesia do Concelho de Mação, lhes seja disponibilizada a seguinte informação:
- Investimentos (obras, equipamentos, etc) realizados por iniciativa da Câmara no actual mandato autárquico e o custo que suportou com cada um deles;
- Investimentos (obras, equipamentos, etc) realizados por solicitação da Junta de Freguesia no actual mandato autárquico e o custo que suportou com cada um deles.
Mação, 09 de Outubro de 2012
Os Vereadores do Partido Socialista
Nuno Neto
António Cardoso Lopes
Reunião de Câmara: 26-Set-2012
Assunto: Investimentos realizados pela CMM nas Freguesias do Concelho
Exmo. Sr.
Dr. Saldanha Rocha
Presidente da Câmara de Mação
Os Vereadores do Partido Socialista vêm requerer a V. Exa., ao abrigo do artigo nº 68, alínea s), da Lei nº 169/99 de 18 de Setembro, com a redacção que lhe foi dada pela Lei nº 5-A/2002 de 11 de Janeiro, que, relativamente a cada Freguesia do Concelho de Mação, lhes seja disponibilizada a seguinte informação:
- Investimentos (obras, equipamentos, etc) realizados por iniciativa da Câmara no actual mandato autárquico e o custo que suportou com cada um deles;
- Investimentos (obras, equipamentos, etc) realizados por solicitação da Junta de Freguesia no actual mandato autárquico e o custo que suportou com cada um deles.
Mação, 09 de Outubro de 2012
Os Vereadores do Partido Socialista
Nuno Neto
António Cardoso Lopes
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
A urbanização “verde”
A urbanização dos Atoleiros apresenta o aspecto “verdejante” que as fotos documentam.
À falta de habitações e de manutenção do espaço por parte da Câmara Municipal, as ervas já invadiram os passeios.
Por este andar não tardará que a urbanização dos Atoleiros, que em tempos chegou a ser considerada um “caso de sucesso” pelo Executivo Camarário, se transforme num espaço “fantasma”.
Em Mação também existem “elefantes brancos”…
À falta de habitações e de manutenção do espaço por parte da Câmara Municipal, as ervas já invadiram os passeios.
Por este andar não tardará que a urbanização dos Atoleiros, que em tempos chegou a ser considerada um “caso de sucesso” pelo Executivo Camarário, se transforme num espaço “fantasma”.
Em Mação também existem “elefantes brancos”…
domingo, 7 de outubro de 2012
Correr riscos desnecessários
Na Urbanização dos Atoleiros, mesmo encostado à rua principal, e a cerca de uma centena de metros da entrada da Escola EB2,3/S, encontra-se um poço sem a devida protecção.
Encostado a um passeio onde passam diariamente muitas crianças, o poço representa uma autêntica ratoeira, até porque as ervas que já o cobrem em grande parte acabam por dissimular o buraco que ali está.
Na reunião de Câmara de 25 de Julho passado, um munícipe alertou o Executivo Camarário para o risco que o poço representa nas condições em que se encontra:
“…Informou ainda sobre poço existente na urbanização dos Atoleiros, que se encontra sem as protecções devidas e que poderá ser muito perigoso pois passam naquele local muitas crianças que, inclusivamente gostam de brincar naqueles terrenos.”
Decorridos mais de 2 meses sobre o alerta feito, o poço continua nas mesmas condições. Será que se justifica correr riscos desnecessários quando o problema se podia resolver de forma simples e com reduzidos custos? Não deveria a Câmara de Mação actuar dentro das suas competências?
Encostado a um passeio onde passam diariamente muitas crianças, o poço representa uma autêntica ratoeira, até porque as ervas que já o cobrem em grande parte acabam por dissimular o buraco que ali está.
Na reunião de Câmara de 25 de Julho passado, um munícipe alertou o Executivo Camarário para o risco que o poço representa nas condições em que se encontra:
“…Informou ainda sobre poço existente na urbanização dos Atoleiros, que se encontra sem as protecções devidas e que poderá ser muito perigoso pois passam naquele local muitas crianças que, inclusivamente gostam de brincar naqueles terrenos.”
Decorridos mais de 2 meses sobre o alerta feito, o poço continua nas mesmas condições. Será que se justifica correr riscos desnecessários quando o problema se podia resolver de forma simples e com reduzidos custos? Não deveria a Câmara de Mação actuar dentro das suas competências?
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Reunião de Câmara de 09 de Outubro de 2012
Ordem de Trabalho
1) Apreciação de correspondência recebida e respectivas deliberações, quando necessárias;
2) Discussão e votação da 5ª Alteração Orçamental referente ao ano de 2012;
2)Apreciação de requerimentos e pedidos de licenciamento de obras particulares;
4)Outros assuntos.
2) Discussão e votação da 5ª Alteração Orçamental referente ao ano de 2012;
2)Apreciação de requerimentos e pedidos de licenciamento de obras particulares;
4)Outros assuntos.
Nota: antecipação da reunião de Câmara de 10 de Outubro
Assembleia Municipal de 09 de Outubro de 2012
Ordem de Trabalho
1) Discussão e votação sobre o valor do Imposto Municipal sobre Imóveis a aplicar em 2012;
2) Análise, discussão e tomada de parecer relativo à Lei nº 22/2012, de 30 de Maio, sobre a Reorganização Administrativa.
2) Análise, discussão e tomada de parecer relativo à Lei nº 22/2012, de 30 de Maio, sobre a Reorganização Administrativa.
Reunião Extraordinária Pública
Hora de início: 10H00
Hora de início: 10H00
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Menos uns “pozinhos” de IRS
É receita das Câmaras Municipais 5% do IRS que a Administração Fiscal cobra aos seus munícipes contribuintes.
A lei prevê que as Câmaras Municipais possam transferir para os munícipes que tenham pago IRS uma parte ou a totalidade desse valor. Nos casos em que isso acontece, o valor de que a Câmara abdica é integrado na declaração de IRS anual dos munícipes que, desta forma, terão um maior reembolso ou um menor imposto a pagar.
Em 2012 esta medida foi adoptada por 51 Câmaras (contra 66 em 2011), entre as quais as de Abrantes (0,5%), Gavião (5%), Oleiros (5%), Vila de Rei (2,5%) e Vila Nova da Barquinha (0,5%). Entre parênteses o valor de IRS que cada uma transferiu para os seus munícipes.
Para 2013 a Câmara de Mação decidiu também dar uma benesse aos munícipes: dos 5% a que tem direito, irá entregar-lhe 1%, ficando com os restantes 4% para si. Como a receita de IRS da Câmara de Mação tem rondado os € 120.000, serão cerca de € 24.000 que irão ser distribuídos pelos que tiverem pago IRS.
O valor que cada munícipe irá beneficiar será residual mas, em tempos de crise, todas as “migalhas” são bem vindas.
O assunto careceu de aprovação em reunião de Câmara e na Assembleia Municipal, tendo os autarcas do PS votado favoravelmente a proposta em ambos os órgãos.
Relembre-se que, nas eleições autárquicas de 2009, uma das medidas apresentadas pelo PS/Mação no seu programa eleitoral foi precisamente esta que o Executivo Camarário, volvidos 3 anos, acaba de propor. Mas com 2 “pequenas” diferenças:
- O PS/Mação propunha-se abdicar a favor dos munícipes da totalidade da verba, ou seja dos 5%;
- Enquanto o PS/Mação enquadrou esta medida numa estratégia, envolvendo outras, que visavam tornar “Mação + Atractivo”, o Executivo Camarário limitou-se a implementar uma medida avulso que, embora represente uma poupança (ainda que residual) para os munícipes, não tem qualquer efeito positivo para o Concelho.
A lei prevê que as Câmaras Municipais possam transferir para os munícipes que tenham pago IRS uma parte ou a totalidade desse valor. Nos casos em que isso acontece, o valor de que a Câmara abdica é integrado na declaração de IRS anual dos munícipes que, desta forma, terão um maior reembolso ou um menor imposto a pagar.
Em 2012 esta medida foi adoptada por 51 Câmaras (contra 66 em 2011), entre as quais as de Abrantes (0,5%), Gavião (5%), Oleiros (5%), Vila de Rei (2,5%) e Vila Nova da Barquinha (0,5%). Entre parênteses o valor de IRS que cada uma transferiu para os seus munícipes.
Para 2013 a Câmara de Mação decidiu também dar uma benesse aos munícipes: dos 5% a que tem direito, irá entregar-lhe 1%, ficando com os restantes 4% para si. Como a receita de IRS da Câmara de Mação tem rondado os € 120.000, serão cerca de € 24.000 que irão ser distribuídos pelos que tiverem pago IRS.
O valor que cada munícipe irá beneficiar será residual mas, em tempos de crise, todas as “migalhas” são bem vindas.
O assunto careceu de aprovação em reunião de Câmara e na Assembleia Municipal, tendo os autarcas do PS votado favoravelmente a proposta em ambos os órgãos.
Relembre-se que, nas eleições autárquicas de 2009, uma das medidas apresentadas pelo PS/Mação no seu programa eleitoral foi precisamente esta que o Executivo Camarário, volvidos 3 anos, acaba de propor. Mas com 2 “pequenas” diferenças:
- O PS/Mação propunha-se abdicar a favor dos munícipes da totalidade da verba, ou seja dos 5%;
- Enquanto o PS/Mação enquadrou esta medida numa estratégia, envolvendo outras, que visavam tornar “Mação + Atractivo”, o Executivo Camarário limitou-se a implementar uma medida avulso que, embora represente uma poupança (ainda que residual) para os munícipes, não tem qualquer efeito positivo para o Concelho.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Associações - A arte de fazer
Terminou em meados de Setembro a “época das Festas de Verão”, durante a qual muitas Associações do Concelho levaram por diante os tradicionais festejos desta época do ano.
Mas o trabalho desenvolvido pelas Associações está muito longe de se esgotar nesta iniciativa, embora, para algumas delas, a “Festa de Verão” seja o momento alto da sua actividade anual. Basta desfolhar o jornal Voz da Minha Terra para perceber o grande dinamismo do movimento associativo no Concelho de Mação.
Mês após mês, as páginas do jornal enchem-se de múltiplas iniciativas, de índole desportiva, cultural, musical ou simplesmente recreativa, promovidas por diversas associações, um pouco por todo o Concelho.
Directa e indirectamente estas iniciativas atraem e movimentam pessoas, dinamizam a economia local, dão mais vida às nossas terras.
Por detrás destas associações e das iniciativas que elas promovem está a dedicação e o trabalho de homens e mulheres que, sacrificando muitas vezes o seu tempo disponível e o seu bem-estar pessoal, tentam fazer algo pelas suas terras e pelo seu Concelho.
Mas nem tudo é rosas no nosso movimento associativo. Nomeadamente porque são cada vez menos os que estão disponíveis para se dedicar a esta causa. Razões para este facto? A população do Concelho reduz-se e fica mais envelhecida a cada ano que passa, a vida profissional e familiar é cada vez mais exigente e, não menos importante, as pessoas são empurradas para uma vida cada vez mais competitiva, que as torna mais individualistas e as deixa com menor disponibilidade para a comunidade.
Perante este cenário, o que fazer para que o movimento associativo não quebre, como por vezes já dá sinais de vir a acontecer? Não sendo a solução para todos os problemas, há uma receita simples que poderá dar uma ajuda: apoiar e motivar, cada vez mais, os que estão disponíveis para contribuir com o seu trabalho.
Perguntarão alguns: mas as Associações não são já apoiadas pela Câmara e pelas Juntas de Freguesia? Sem dúvida que sim. Mas se no caso das Juntas de Freguesia, face aos parcos recursos humanos e financeiros de que dispõem, não custa admitir que os apoios que dão já estão no limite, no caso da Câmara há ainda margem para fazer mais e melhor. E fazer o quê?
Muitas vezes existe a tendência, mesmo por parte das Associações, para considerar que o apoio se reduz à componente financeira. Mas, se o apoio financeiro é, sem dúvida, importante, não representa tudo.
Seria também importante que, por exemplo, a Câmara disponibilizasse às Associações mais apoio logístico. Quantas vezes elas pretendem organizar uma iniciativa e faltam cadeiras e mesas, um palco, um stand ou um simples estrado? Faria todo o sentido que a Câmara dispusesse destes e outros equipamentos e os cedesse às Associações quando elas deles necessitassem. Tal como, em determinadas situações que o justificasse, deveria prestar até algum apoio em matéria de recursos humanos.
E também motivar. Por vezes uma palavra de incentivo em momentos de desânimo ou um agradecimento pelo trabalho desenvolvido é suficiente para encorajar aqueles que trabalham a prosseguir o seu esforço.
Nestes 2 domínios a Câmara pode e deve fazer mais do que tem feito. Porque não pode correr o risco do movimento associativo no Concelho enfraquecer.
Terminada a “época das Festas de Verão”, aproveitamos o momento para saudar todas as Associações do Concelho e agradecer-lhes o excelente trabalho que têm vindo a desenvolver em prol das suas aldeias e do Concelho.
Mas o trabalho desenvolvido pelas Associações está muito longe de se esgotar nesta iniciativa, embora, para algumas delas, a “Festa de Verão” seja o momento alto da sua actividade anual. Basta desfolhar o jornal Voz da Minha Terra para perceber o grande dinamismo do movimento associativo no Concelho de Mação.
Mês após mês, as páginas do jornal enchem-se de múltiplas iniciativas, de índole desportiva, cultural, musical ou simplesmente recreativa, promovidas por diversas associações, um pouco por todo o Concelho.
Directa e indirectamente estas iniciativas atraem e movimentam pessoas, dinamizam a economia local, dão mais vida às nossas terras.
Por detrás destas associações e das iniciativas que elas promovem está a dedicação e o trabalho de homens e mulheres que, sacrificando muitas vezes o seu tempo disponível e o seu bem-estar pessoal, tentam fazer algo pelas suas terras e pelo seu Concelho.
Mas nem tudo é rosas no nosso movimento associativo. Nomeadamente porque são cada vez menos os que estão disponíveis para se dedicar a esta causa. Razões para este facto? A população do Concelho reduz-se e fica mais envelhecida a cada ano que passa, a vida profissional e familiar é cada vez mais exigente e, não menos importante, as pessoas são empurradas para uma vida cada vez mais competitiva, que as torna mais individualistas e as deixa com menor disponibilidade para a comunidade.
Perante este cenário, o que fazer para que o movimento associativo não quebre, como por vezes já dá sinais de vir a acontecer? Não sendo a solução para todos os problemas, há uma receita simples que poderá dar uma ajuda: apoiar e motivar, cada vez mais, os que estão disponíveis para contribuir com o seu trabalho.
Perguntarão alguns: mas as Associações não são já apoiadas pela Câmara e pelas Juntas de Freguesia? Sem dúvida que sim. Mas se no caso das Juntas de Freguesia, face aos parcos recursos humanos e financeiros de que dispõem, não custa admitir que os apoios que dão já estão no limite, no caso da Câmara há ainda margem para fazer mais e melhor. E fazer o quê?
Muitas vezes existe a tendência, mesmo por parte das Associações, para considerar que o apoio se reduz à componente financeira. Mas, se o apoio financeiro é, sem dúvida, importante, não representa tudo.
Seria também importante que, por exemplo, a Câmara disponibilizasse às Associações mais apoio logístico. Quantas vezes elas pretendem organizar uma iniciativa e faltam cadeiras e mesas, um palco, um stand ou um simples estrado? Faria todo o sentido que a Câmara dispusesse destes e outros equipamentos e os cedesse às Associações quando elas deles necessitassem. Tal como, em determinadas situações que o justificasse, deveria prestar até algum apoio em matéria de recursos humanos.
E também motivar. Por vezes uma palavra de incentivo em momentos de desânimo ou um agradecimento pelo trabalho desenvolvido é suficiente para encorajar aqueles que trabalham a prosseguir o seu esforço.
Nestes 2 domínios a Câmara pode e deve fazer mais do que tem feito. Porque não pode correr o risco do movimento associativo no Concelho enfraquecer.
Terminada a “época das Festas de Verão”, aproveitamos o momento para saudar todas as Associações do Concelho e agradecer-lhes o excelente trabalho que têm vindo a desenvolver em prol das suas aldeias e do Concelho.
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