O Site da Câmara de Mação não é um bom exemplo de um site público de uma autarquia.
O problema começa logo quando se pretende entrar nele. O acesso é “desesperadamente” lento, se tivermos em conta os níveis de velocidade de acesso aos conteúdos a que os utilizadores estão actualmente habituados.
Depois do utilizador ter entrado no Site, a sua primeira impressão negativa dificilmente se alterará e, muito provavelmente, tenderá a acentuar-se.
A estrutura do Site e a sua imagem são pouco atractivas, com a agravante de não serem exclusivas. Por exemplo, os sites da Câmara de Torres Novas e da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo apresentam uma configuração semelhante.
Relativamente aos conteúdos, a situação não melhora. Falta muita informação que podia e devia estar disponível e a actualização do Site está longe de ser regular.
Por exemplo, quem tenha entrado hoje no Site (no momento em que se publica este post o acesso está idisponível), encontra ainda na primeira página notícias relativas ao mês de Agosto (“Verão em Mação” e “Ser Mação – Risco e Movimento”), o que dá de imediato ao visitante uma imagem de pouco cuidado na manutenção e actualização deste espaço de informação.
Numa época em que os novos caminhos da informação online ganham cada vez mais relevância e adeptos, e em que os Sites das autarquias se assumem como um “cartão de visita” para os que não conhecem o Concelho, não se percebe o porquê do Executivo Camarário não fazer uma aposta mais forte neste domínio.
Outras 3 razões justificavam essa aposta:
- Noutros municípios, nomeadamente de maior dimensão, existem outras fontes de informação sobre os mesmos. O mesmo não acontece em Mação, onde o Site camarário é o único que poderá disponibilizar informação abrangente sobre o Concelho;
- Nomeadamente para os conterrâneos do Concelho que vivem fora dele, em particular os emigrantes, o Site camarário é, a par do jornal “Voz da Minha Terra”, um veículo privilegiado para obterem informação sobre a sua terra;
- A Câmara poderia reduzir os custos com a produção e o envio das suas publicações periódicas, na medida em que, parte dos que actualmente as recebem, prescindiriam delas se dispusessem de um Site a funcionar adequadamente.
Na reunião da passada 4ª Feira os Vereadores do PS voltaram a sugerir ao Executivo Camarário que desse uma maior atenção ao Site da Autarquia. Esperemos que a sugestão não cai em “saco roto”.
O problema começa logo quando se pretende entrar nele. O acesso é “desesperadamente” lento, se tivermos em conta os níveis de velocidade de acesso aos conteúdos a que os utilizadores estão actualmente habituados.
Depois do utilizador ter entrado no Site, a sua primeira impressão negativa dificilmente se alterará e, muito provavelmente, tenderá a acentuar-se.
A estrutura do Site e a sua imagem são pouco atractivas, com a agravante de não serem exclusivas. Por exemplo, os sites da Câmara de Torres Novas e da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo apresentam uma configuração semelhante.
Relativamente aos conteúdos, a situação não melhora. Falta muita informação que podia e devia estar disponível e a actualização do Site está longe de ser regular.
Por exemplo, quem tenha entrado hoje no Site (no momento em que se publica este post o acesso está idisponível), encontra ainda na primeira página notícias relativas ao mês de Agosto (“Verão em Mação” e “Ser Mação – Risco e Movimento”), o que dá de imediato ao visitante uma imagem de pouco cuidado na manutenção e actualização deste espaço de informação.
Numa época em que os novos caminhos da informação online ganham cada vez mais relevância e adeptos, e em que os Sites das autarquias se assumem como um “cartão de visita” para os que não conhecem o Concelho, não se percebe o porquê do Executivo Camarário não fazer uma aposta mais forte neste domínio.
Outras 3 razões justificavam essa aposta:
- Noutros municípios, nomeadamente de maior dimensão, existem outras fontes de informação sobre os mesmos. O mesmo não acontece em Mação, onde o Site camarário é o único que poderá disponibilizar informação abrangente sobre o Concelho;
- Nomeadamente para os conterrâneos do Concelho que vivem fora dele, em particular os emigrantes, o Site camarário é, a par do jornal “Voz da Minha Terra”, um veículo privilegiado para obterem informação sobre a sua terra;
- A Câmara poderia reduzir os custos com a produção e o envio das suas publicações periódicas, na medida em que, parte dos que actualmente as recebem, prescindiriam delas se dispusessem de um Site a funcionar adequadamente.
Na reunião da passada 4ª Feira os Vereadores do PS voltaram a sugerir ao Executivo Camarário que desse uma maior atenção ao Site da Autarquia. Esperemos que a sugestão não cai em “saco roto”.
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