Campeonato Distrital de Benjamins Sub 11 - Apuramento de Campeão - NII
segunda-feira, 13 de maio de 2013
quinta-feira, 9 de maio de 2013
quarta-feira, 8 de maio de 2013
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Pouco activos
Nos últimos tempos não temos conseguido manter este Blog activo como gostaríamos.
Nem sempre conseguimos chegar a todos os lados que desejamos. É a vida...
Nem sempre conseguimos chegar a todos os lados que desejamos. É a vida...
sábado, 4 de maio de 2013
Reunião de Câmara de 08 de Maio de 2013
Ordem de Trabalho
1) Apreciação de correspondência recebida e respectivas deliberações, quando necessárias;
2) Apreciação de requerimentos e pedidos de licenciamento de obras particulares;
3) Outros assuntos.
2) Apreciação de requerimentos e pedidos de licenciamento de obras particulares;
3) Outros assuntos.
sexta-feira, 3 de maio de 2013
quarta-feira, 1 de maio de 2013
O desemprego em Mação – Março de 2013
Em Março existiam 313 desempregados inscritos nos Centros de Emprego, o mesmo número que se registava no final de 2012.
Esta aparente estabilidade que se regista nos dados do último trimestre é contrariada por uma evolução de “altos e baixos” a que temos vindo a assistir mensalmente: em Janeiro o número de desempregados inscritos caiu para 306, em Fevereiro saltou para 335, para no final do 1º trimestre se fixar nos referidos 313.
Haverá razões para estas variações mensais tão bruscas. Que não serão, por certo, a criação ou a extinção efectiva de postos de trabalho.
A nível nacional a situação é ainda mais grave que a registada em Mação. No final do 1º trimestre existiam quase 735.000 desempregados inscritos nos Centros de Emprego, dos quais cerca de 420.000 (57%) já sem direito a subsídio de desemprego.
Desde que o actual governo tomou posse, em Junho de 2011, o número de desempregados inscritos aumentou cerca de 216.000 (+ 41,6%), o que dá a “bonita” média de 337 por dia. Se a este número acrescentarmos os cerca de 150.000 portugueses que entretanto emigraram, percebe-se a dimensão do descalabro do mercado de trabalho em Portugal.
Esta aparente estabilidade que se regista nos dados do último trimestre é contrariada por uma evolução de “altos e baixos” a que temos vindo a assistir mensalmente: em Janeiro o número de desempregados inscritos caiu para 306, em Fevereiro saltou para 335, para no final do 1º trimestre se fixar nos referidos 313.
Haverá razões para estas variações mensais tão bruscas. Que não serão, por certo, a criação ou a extinção efectiva de postos de trabalho.
A nível nacional a situação é ainda mais grave que a registada em Mação. No final do 1º trimestre existiam quase 735.000 desempregados inscritos nos Centros de Emprego, dos quais cerca de 420.000 (57%) já sem direito a subsídio de desemprego.
Desde que o actual governo tomou posse, em Junho de 2011, o número de desempregados inscritos aumentou cerca de 216.000 (+ 41,6%), o que dá a “bonita” média de 337 por dia. Se a este número acrescentarmos os cerca de 150.000 portugueses que entretanto emigraram, percebe-se a dimensão do descalabro do mercado de trabalho em Portugal.
terça-feira, 30 de abril de 2013
Praia do Carvoeiro novamente com “Bandeira Azul”
A Praia Fluvial do Carvoeiro é uma das 277 praias do país contempladas com a Bandeira Azul em 2013.
Esta é a 8ª vez consecutiva que a Praia do Carvoeiro alcança este galardão, um facto digno de registo.
Esperemos que o Verão e a época balnear corram de feição e a Praia do Carvoeiro consiga alcançar, ou mesmo suplantar, a afluência de visitantes registada em anos anteriores. Mação bem precisa destes factores positivos.

Esta é a 8ª vez consecutiva que a Praia do Carvoeiro alcança este galardão, um facto digno de registo.
Esperemos que o Verão e a época balnear corram de feição e a Praia do Carvoeiro consiga alcançar, ou mesmo suplantar, a afluência de visitantes registada em anos anteriores. Mação bem precisa destes factores positivos.

domingo, 28 de abril de 2013
sexta-feira, 26 de abril de 2013
quinta-feira, 25 de abril de 2013
25 de Abril. Sempre!
Trovas do Mês de Abril
Foram dias foram anos a esperar por um só dia.
Alegrias. Desenganos. Foi o tempo que doía
com seus riscos e seus danos. Foi a noite e foi o dia
na esperança de um só dia.
Foram batalhas perdidas. Foram derrotas vitórias.
Foi a vida (foram vidas). Foi a História (foram histórias)
mil encontros despedidas. Foram vidas (foi a vida)
por um só dia vivida.
Foi o tempo que passava como se nunca passasse.
E uma flauta que cantava como se a noite rasgasse
toda a vida e uma palavra: liberdade que vivia
na esperança de um só dia.
Musa minha vem dizer o que nunca então se disse
esse morrer de viver por um dia em que se visse
um só dia e então morrer. Musa minha que tecias
um só dia dos teus dias.
Vem dizer o puro exemplo dos que nunca se cansaram
musa minha onde contemplo os dias que se passaram
sem nunca passar o tempo. Nesse tempo em que daria
a vida por um só dia.
Já muitas águas correram já muitos rios secaram
batalhas que se perderam batalhas que se ganharam.
Só os dias não morreram em que era tão curta a vida
por um só dia vivida.
E as quatro estações rolaram com seus ritmos e seus ritos.
Ventos do Norte levaram festas jogos brincos ditos.
E as chamas não se apagaram. Que na ideia a lenha ardia
toda a vida por um dia.
Fogos-fátuos cinza fria. Musa minha que cantavas
a canção que se vestia com bandeiras nas palavras.
Armas que o tempo tecia. Minha vida toda a vida
por um só dia vivida.
Manuel Alegre
quarta-feira, 24 de abril de 2013
terça-feira, 23 de abril de 2013
Os “iluminados” que nos governam
O Presidente da Comissão Europeia, o “nosso” Durão Barroso, afirmou ontem que a política económica que tem vindo a ser implementada na Europa, centrada na redução dos défices, "atingiu os seus limites".
"Sei que há conselheiros tecnocratas que nos dizem qual o melhor modelo, mas que quando perguntamos como o implementar, dizem que isso já não é com eles. E isto não pode acontecer ao nível europeu", afirmou Durão Barroso.
Depois de terem defendido ao longo dos últimos anos que uma política de forte austeridade era a única saída para a crise, Durão Barroso e outros “iluminados” que têm vindo a governar a Europa e o nosso país começam agora a concluir que, afinal, a famosa austeridade não é assim tão redentora.
É lamentável que só agora, depois de terem destruído a já de si débil estrutura económica de alguns países, entre os quais Portugal, e terem lançado no desemprego alguns milhões de pessoas, esta gente “iluminada” tenha chegado a esta conclusão.
Em Portugal, aqueles que sempre defenderam que a solução para o país estava em ir “para além da troika” no que à austeridade diz respeito, e que entenderam seguir esse caminho contra tudo e contra todos, fundamentados apenas em teorias neoliberais e folhas de cálculo de excel que o olhar atento de um estudante de economia de 28 anos veio recentemente provar que estavam erradas, são os mesmos que agora acenam com “políticas de crescimento” e falam na necessidade de consenso.
Alguém os pode levar a sério?
"Sei que há conselheiros tecnocratas que nos dizem qual o melhor modelo, mas que quando perguntamos como o implementar, dizem que isso já não é com eles. E isto não pode acontecer ao nível europeu", afirmou Durão Barroso.
Depois de terem defendido ao longo dos últimos anos que uma política de forte austeridade era a única saída para a crise, Durão Barroso e outros “iluminados” que têm vindo a governar a Europa e o nosso país começam agora a concluir que, afinal, a famosa austeridade não é assim tão redentora.
É lamentável que só agora, depois de terem destruído a já de si débil estrutura económica de alguns países, entre os quais Portugal, e terem lançado no desemprego alguns milhões de pessoas, esta gente “iluminada” tenha chegado a esta conclusão.
Em Portugal, aqueles que sempre defenderam que a solução para o país estava em ir “para além da troika” no que à austeridade diz respeito, e que entenderam seguir esse caminho contra tudo e contra todos, fundamentados apenas em teorias neoliberais e folhas de cálculo de excel que o olhar atento de um estudante de economia de 28 anos veio recentemente provar que estavam erradas, são os mesmos que agora acenam com “políticas de crescimento” e falam na necessidade de consenso.
Alguém os pode levar a sério?
segunda-feira, 22 de abril de 2013
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