sábado, 15 de dezembro de 2012
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
A seguir ao Verão chega o Natal
No outdoor situado na rotunda da Zona Industrial das Lamas permanece há já uns meses uma imagem a divulgar Mação como um concelho de “cultura e lazer”.
Mas, chegados à quadra natalícia, ter-se-ia justificado mudar a imagem e colocado uma que fosse alusiva à mesma.
Haveria várias formas de pegar no tema. Damos 3 exemplos: apelar aos que vivem fora para se deslocarem a Mação no Natal, divulgar as iniciativas “natalícias” que estão em curso (concurso de compras, concurso de montras, concurso de presépios) ou, tão simplesmente, desejar um “Feliz Natal e Bom Ano Novo” aos munícipes (optaríamos pela primeira hipótese porque tudo, muito ou pouco, que se possa fazer para incentivar as pessoas a deslocarem-se a Mação é importante).
A título meramente ilustrativo, aqui deixamos 2 “esboços” muito rudimentares (e esperamos que sejam entendidos apenas como tal) do que poderia ser um outdoor de Natal.
O mundo não acaba (pensamos nós, embora alguns temam pelo próximo dia 21) pelo facto do Executivo Camarário não se ter lembrado de colocar no outdoor uma imagem e uma mensagem associada à época festiva que atravessamos. Mas, que faria sentido, lá isso faria.
Alguns dirão que se trata de um pormenor (ou, desenterrando, uma palavra que ficou célebre, de “pentelhos”). Mas, não raras as vezes, são os pormenores que fazem a diferença.
E, a talhe de foice, aqui fica outra ideia: transformar todo o largo junto à Câmara num cenário de Natal, com muita iluminação, presépio ou outras decorações alusivas.
Mas, chegados à quadra natalícia, ter-se-ia justificado mudar a imagem e colocado uma que fosse alusiva à mesma.
Haveria várias formas de pegar no tema. Damos 3 exemplos: apelar aos que vivem fora para se deslocarem a Mação no Natal, divulgar as iniciativas “natalícias” que estão em curso (concurso de compras, concurso de montras, concurso de presépios) ou, tão simplesmente, desejar um “Feliz Natal e Bom Ano Novo” aos munícipes (optaríamos pela primeira hipótese porque tudo, muito ou pouco, que se possa fazer para incentivar as pessoas a deslocarem-se a Mação é importante).
A título meramente ilustrativo, aqui deixamos 2 “esboços” muito rudimentares (e esperamos que sejam entendidos apenas como tal) do que poderia ser um outdoor de Natal.
O mundo não acaba (pensamos nós, embora alguns temam pelo próximo dia 21) pelo facto do Executivo Camarário não se ter lembrado de colocar no outdoor uma imagem e uma mensagem associada à época festiva que atravessamos. Mas, que faria sentido, lá isso faria.
Alguns dirão que se trata de um pormenor (ou, desenterrando, uma palavra que ficou célebre, de “pentelhos”). Mas, não raras as vezes, são os pormenores que fazem a diferença.
E, a talhe de foice, aqui fica outra ideia: transformar todo o largo junto à Câmara num cenário de Natal, com muita iluminação, presépio ou outras decorações alusivas.
Tarda em afirmar-se, vá la saber-se porquê
O presunto “Marca Mação” tarda em afirmar-se nas principais cadeias de distribuição alimentar.
Ainda recentemente, os presuntos da nossa conhecida “Damatta” estavam em particular destaque numa loja da cadeia “Continente”. Mas apenas o “reserva” porque, quanto ao da “Marca Mação”, nem vê-lo.
Seja por razões estratégicas ou por dificuldades em entrar nas grandes cadeias de distribuição, nem todas as empresas que produzem o presunto “Marca Mação” o vendem nas referidas candeias.
Não é o caso da “Damatta”, cujos produtos se encontram permanentemente à venda nos hipermercados e supermercados. Mas é um facto que o presunto “Marca Mação” raramente se vê por lá.
Será por falta de produto? Ou será que a “Damatta”, por qualquer razão estratégica, prefere dar destaque ao seu “reserva” em vez do “Marca Mação”?
Não o sabemos, mas seria conveniente perceber-se isso. Para que um dia não se venha a dizer que, afinal, em matéria de “Catedral do presunto”, “a montanha pariu um rato, perdão, um presunto”.
Ainda recentemente, os presuntos da nossa conhecida “Damatta” estavam em particular destaque numa loja da cadeia “Continente”. Mas apenas o “reserva” porque, quanto ao da “Marca Mação”, nem vê-lo.
Seja por razões estratégicas ou por dificuldades em entrar nas grandes cadeias de distribuição, nem todas as empresas que produzem o presunto “Marca Mação” o vendem nas referidas candeias.
Não é o caso da “Damatta”, cujos produtos se encontram permanentemente à venda nos hipermercados e supermercados. Mas é um facto que o presunto “Marca Mação” raramente se vê por lá.
Será por falta de produto? Ou será que a “Damatta”, por qualquer razão estratégica, prefere dar destaque ao seu “reserva” em vez do “Marca Mação”?
Não o sabemos, mas seria conveniente perceber-se isso. Para que um dia não se venha a dizer que, afinal, em matéria de “Catedral do presunto”, “a montanha pariu um rato, perdão, um presunto”.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Pintor: uma profissão com futuro
O sector da construção civil atravessa uma das suas piores crises, senão mesmo a pior de sempre, a qual já gerou cerca de uma centena de milhar de desempregados no último ano e meio.
Mas, pior que a crise que o sector atravessa, é o facto de não se perspectivar que ele a venha a ultrapassar nos anos mais próximos.
Não obstante este cenário, a Câmara de Mação, em colaboração com o Cenfic, decidiu lançar um curso de pintor de construção civil. Se isto não é surreal, andará lá próximo.
Que expectativa de emprego se poderá dar a estes formandos, quando muitos dos que eram profissionais no sector da construção civil foram obrigados a abandoná-lo por falta de trabalho e as expectativas para os que ainda lá permanecem são negras?
E assim vai a formação profissional em Portugal. Todos concordam que, neste domínio, fizeram-se muitos disparates. Mas, o surpreendente, é que alguns ainda insistam em praticá-los.
Mas, pior que a crise que o sector atravessa, é o facto de não se perspectivar que ele a venha a ultrapassar nos anos mais próximos.
Não obstante este cenário, a Câmara de Mação, em colaboração com o Cenfic, decidiu lançar um curso de pintor de construção civil. Se isto não é surreal, andará lá próximo.
Que expectativa de emprego se poderá dar a estes formandos, quando muitos dos que eram profissionais no sector da construção civil foram obrigados a abandoná-lo por falta de trabalho e as expectativas para os que ainda lá permanecem são negras?
E assim vai a formação profissional em Portugal. Todos concordam que, neste domínio, fizeram-se muitos disparates. Mas, o surpreendente, é que alguns ainda insistam em praticá-los.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
PSD e CDS atiram a Aboboreira e o Penhascoso “ao fundo”
1. Um silêncio “ensurdecedor”
Na passada 6ª Feira o PSD e o CSD aprovaram na Assembleia da República, na generalidade, o Projecto de Lei nº 320/XII/2ª (Reorganização Administrativa do Território das Freguesias), que prevê a extinção / agregação de 1.165 freguesias, entre as quais a da Aboboreira e a do Penhascoso.
Em Mação o PSD e o CDS vão obrigar a agregar a Aboboreira e o Penhascoso a Mação, daí resultando uma “mega” freguesia com 1/3 da área do concelho e quase 50% da sua população.
Face à proposta da Unidade Técnica de criar a “União das Freguesias de Mação, Penhascoso e Aboboreira” (que, posteriormente, veio a ser aprovada pelo PSD e pelo CDS), a Assembleia Municipal de Mação, na sua reunião extraordinária de 29 de Novembro, deveria ter-se manifestado contra a agregação proposta, porque ela veio contrariar a sua pronúncia de não agregação de freguesias no Concelho de Mação, tomada na reunião de 9 de Outubro.
Mas, surpreendentemente e lamentavelmente, a Presidente da Assembleia Municipal de Mação “esqueceu-se” de agendar esse ponto na Ordem de Trabalho da reunião.
Também na Câmara o panorama não diferiu da Assembleia Municipal, na medida em que, nas 2 reuniões havidas após a decisão da Unidade Técnica o assunto da “agregação das freguesias” apenas foi abordado porque os Vereadores do PS tomaram essa iniciativa, propondo que a Câmara de Mação manifestasse, formalmente, uma posição crítica sobre a agregação proposta junto da Presidente da Assembleia da República e do Secretário de Estado da Administração Local e Reforma Administrativa.
Deste silêncio “ensurdecedor” poderão os munícipes legitimamente concluir que, quer o Executivo Camarário, quer os membros do PSD na Assembleia Municipal, apenas se pronunciaram contra a agregação de freguesias em Mação, seguindo a posição do PS/Mação, não por ser essa a sua vontade, mas por temerem que uma posição diferente dessa lhes poderia acarretar prejuízos eleitorais nas eleições autárquicas de 2013.
2. “Duplo estatuto” origina responsabilidade por parte do PSD/Mação
Também não deixa de ser surpreendente que, ao longo deste processo da reorganização administrativa das freguesias, o deputado “maçanico” Duarte Marques não se tenha pronunciado sobre o mesmo. Não o fez publicamente e também não o fez nas Assembleias Municipais de Outubro e de Novembro, nas quais não marcou presença.
Esperava-se que, num tema tão relevante para o Concelho, a voz deste deputado de Mação na Assembleia da Republica se fizesse ouvir em defesa das freguesias do seu Concelho que, inclusive, o ajudaram a alcançar o cargo de deputado que ocupa.
Mas a voz faltou a Duarte Marques, contrariando a promessa que fez na Assembleia Municipal de 26 de Setembro de 2011 (a primeira em que participou após a sua eleição como deputado): “…afirma estar disponível para ajudar o Concelho de Mação em tudo o que lhe for possível”.
Curiosamente, ou talvez não, este silêncio de Duarte Marques apenas foi quebrado pela “sua” JSD/Mação, que propôs a extinção da Aboboreira e da Amêndoa.
Duarte Marques é deputado, mas é igualmente membro do PSD/Mação. Daí que, não obstante não ter estado presente na reunião plenária da Assembleia da Republica onde a agregação das freguesias foi votada e aprovada pela bancada do PSD a que pertence, o seu “duplo estatuto” faz com que o PSD/Mação acabe por ficar ligado à agregação de freguesias no país e, concretamente, em Mação. E, por consequência, o PSD/Mação também tem responsabilidades nesta reorganização das freguesias a “régua e esquadro” inventada pelo Dr. Miguel Relvas.
Na passada 6ª Feira o PSD e o CSD aprovaram na Assembleia da República, na generalidade, o Projecto de Lei nº 320/XII/2ª (Reorganização Administrativa do Território das Freguesias), que prevê a extinção / agregação de 1.165 freguesias, entre as quais a da Aboboreira e a do Penhascoso.
Em Mação o PSD e o CDS vão obrigar a agregar a Aboboreira e o Penhascoso a Mação, daí resultando uma “mega” freguesia com 1/3 da área do concelho e quase 50% da sua população.
Face à proposta da Unidade Técnica de criar a “União das Freguesias de Mação, Penhascoso e Aboboreira” (que, posteriormente, veio a ser aprovada pelo PSD e pelo CDS), a Assembleia Municipal de Mação, na sua reunião extraordinária de 29 de Novembro, deveria ter-se manifestado contra a agregação proposta, porque ela veio contrariar a sua pronúncia de não agregação de freguesias no Concelho de Mação, tomada na reunião de 9 de Outubro.
Mas, surpreendentemente e lamentavelmente, a Presidente da Assembleia Municipal de Mação “esqueceu-se” de agendar esse ponto na Ordem de Trabalho da reunião.
Também na Câmara o panorama não diferiu da Assembleia Municipal, na medida em que, nas 2 reuniões havidas após a decisão da Unidade Técnica o assunto da “agregação das freguesias” apenas foi abordado porque os Vereadores do PS tomaram essa iniciativa, propondo que a Câmara de Mação manifestasse, formalmente, uma posição crítica sobre a agregação proposta junto da Presidente da Assembleia da República e do Secretário de Estado da Administração Local e Reforma Administrativa.
Deste silêncio “ensurdecedor” poderão os munícipes legitimamente concluir que, quer o Executivo Camarário, quer os membros do PSD na Assembleia Municipal, apenas se pronunciaram contra a agregação de freguesias em Mação, seguindo a posição do PS/Mação, não por ser essa a sua vontade, mas por temerem que uma posição diferente dessa lhes poderia acarretar prejuízos eleitorais nas eleições autárquicas de 2013.
2. “Duplo estatuto” origina responsabilidade por parte do PSD/Mação
Também não deixa de ser surpreendente que, ao longo deste processo da reorganização administrativa das freguesias, o deputado “maçanico” Duarte Marques não se tenha pronunciado sobre o mesmo. Não o fez publicamente e também não o fez nas Assembleias Municipais de Outubro e de Novembro, nas quais não marcou presença.
Esperava-se que, num tema tão relevante para o Concelho, a voz deste deputado de Mação na Assembleia da Republica se fizesse ouvir em defesa das freguesias do seu Concelho que, inclusive, o ajudaram a alcançar o cargo de deputado que ocupa.
Mas a voz faltou a Duarte Marques, contrariando a promessa que fez na Assembleia Municipal de 26 de Setembro de 2011 (a primeira em que participou após a sua eleição como deputado): “…afirma estar disponível para ajudar o Concelho de Mação em tudo o que lhe for possível”.
Curiosamente, ou talvez não, este silêncio de Duarte Marques apenas foi quebrado pela “sua” JSD/Mação, que propôs a extinção da Aboboreira e da Amêndoa.
Duarte Marques é deputado, mas é igualmente membro do PSD/Mação. Daí que, não obstante não ter estado presente na reunião plenária da Assembleia da Republica onde a agregação das freguesias foi votada e aprovada pela bancada do PSD a que pertence, o seu “duplo estatuto” faz com que o PSD/Mação acabe por ficar ligado à agregação de freguesias no país e, concretamente, em Mação. E, por consequência, o PSD/Mação também tem responsabilidades nesta reorganização das freguesias a “régua e esquadro” inventada pelo Dr. Miguel Relvas.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
domingo, 9 de dezembro de 2012
Reunião de Câmara de 12 de Dezembro de 2012
Ordem de Trabalho
1) Apreciação de correspondência recebida e respectivas deliberações, quando necessárias;
2) Discussão e votação da 7ª Alteração Orçamental referente ao ano de 2012;
3) Atribuição de Bolsas de Estudo para o ano lectivo de 2012/2013 - análise do Relatório do Júri;
4) Discussão e votação do Quadro de Pessoal da Câmara Municipal de Mação para o ano de 2013;
5) Discussão e votação das Opções do Plano, Orçamento para o ano de 2013 e Plano Plurianual de Investimentos da Pessoal da Câmara Municipal de Mação;
6) Outros assuntos.
2) Discussão e votação da 7ª Alteração Orçamental referente ao ano de 2012;
3) Atribuição de Bolsas de Estudo para o ano lectivo de 2012/2013 - análise do Relatório do Júri;
4) Discussão e votação do Quadro de Pessoal da Câmara Municipal de Mação para o ano de 2013;
5) Discussão e votação das Opções do Plano, Orçamento para o ano de 2013 e Plano Plurianual de Investimentos da Pessoal da Câmara Municipal de Mação;
6) Outros assuntos.
sábado, 8 de dezembro de 2012
O Blog Mação 2013 comemora o 3º aniversário
O Blog Mação 2013 comemora hoje o seu 3º aniversário.
Neste momento importante apenas queremos deixar um agradecimento aos responsáveis por hoje, decorridos 3 anos, continuarmos aqui: os nossos visitantes.
Independentemente de apreciarem ou não o que escrevemos, de simpatizarem ou não connosco, obrigado a todos os que nos têm acompanhado nesta caminhada.
E foi assim que tudo começou…
Neste momento importante apenas queremos deixar um agradecimento aos responsáveis por hoje, decorridos 3 anos, continuarmos aqui: os nossos visitantes.
Independentemente de apreciarem ou não o que escrevemos, de simpatizarem ou não connosco, obrigado a todos os que nos têm acompanhado nesta caminhada.
E foi assim que tudo começou…
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
PSD e CDS acabam com a Aboboreira e o Penhascoso
O PSD e CSD aprovaram hoje na Assembleia da República, na generalidade, o Projecto de Lei nº 320/XII/2ª (Reorganização Administrativa do Território das Freguesias), que prevê a extinção / agregação de 1.165 freguesias, entre as quais a Aboboreira e o Penhascoso.
Face ao desenrolar dos acontecimentos, esta decisão era mais do que esperada.
Há um sentimento generalizado nos portugueses de que o país necessita de uma reorganização administrativa do seu território. Mas, o que ficou demonstrado, é que uma grande maioria dos portugueses não queria, e continua a não querer, que a reorganização se faça nos moldes em que foi proposta pelo Governo.
O PSD e o CDS decidiram avançar ao arrepio daquilo que o bom senso recomendava: reformular a lei e procurar consensos mais alargados para a sua aplicação, seja junto dos demais partidos, sejam junto dos autarcas e da população.
Veremos como acaba este processo da reorganização administrativa, que ainda não ficou concluído com a aprovação desta tarde no Parlamento.
Voltaremos a este tema brevemente.
Nota: durante o debate de ontem o deputado do PSD António Leitão Amaro afirmou que, mesmo depois da reorganização administrativa, "todos os cidadãos têm uma freguesia". Para não sermos indelicados dizemos apenas: sem comentários!
Face ao desenrolar dos acontecimentos, esta decisão era mais do que esperada.
Há um sentimento generalizado nos portugueses de que o país necessita de uma reorganização administrativa do seu território. Mas, o que ficou demonstrado, é que uma grande maioria dos portugueses não queria, e continua a não querer, que a reorganização se faça nos moldes em que foi proposta pelo Governo.
O PSD e o CDS decidiram avançar ao arrepio daquilo que o bom senso recomendava: reformular a lei e procurar consensos mais alargados para a sua aplicação, seja junto dos demais partidos, sejam junto dos autarcas e da população.
Veremos como acaba este processo da reorganização administrativa, que ainda não ficou concluído com a aprovação desta tarde no Parlamento.
Voltaremos a este tema brevemente.
Nota: durante o debate de ontem o deputado do PSD António Leitão Amaro afirmou que, mesmo depois da reorganização administrativa, "todos os cidadãos têm uma freguesia". Para não sermos indelicados dizemos apenas: sem comentários!
Já ninguém tem pachorra para este Governo…
O antigo líder do PSD afirmou, na TVI24, que as explicações do ministro das Finanças, Vítor Gaspar, sobre a possibilidade de Portugal beneficiar de alguma das condições aplicadas ao programa de ajustamento grego, são de alguém que está a “gozar com o pagode” e a fazer dos “portugueses um conjunto de atrasados mentais”.
“A noite passada, na TVI24, o antigo líder social-democrata, Marques Mendes, mostrou-se muito crítico do modo como o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, comentou a possibilidade de Portugal vir a beneficiar das condições, recentemente, aplicadas à Grécia.
“Vítor Gaspar veio dizer que em Portugal fez-se ‘uma inqualificável conclusão’ e acrescentou que se tratava de ‘uma tentativa de simplificar em excesso, coisas que são muito complexas’. Deve ser só para a cabeça dele”, comentou Marques Mendes, defendendo que esta atitude insinua que “ele não está ao nível de nós, comuns mortais”.
Marques Mendes prosseguiu as críticas: “Acho que ele [Vítor Gaspar] está a gozar com o pagode. O que lhe ficava era bem, em vez de andar a fazer dos outros parvos, dizer esta coisa muito simples: ‘a União Europeia não conseguiu o desejável para não nos comparar à Grécia’, agora o que não lhe fica bem é fazer dos portugueses um conjunto de atrasados mentais que não são capazes de perceber as coisas”.
Em sentido inverso, o social-democrata elogiou a atitude do Presidente da República, Cavaco Silva, defendendo que “veio [depois] colocar os pontos nos ís, como quem diz ‘atenção não é por a Alemanha ter dito isto que nós agora cruzamos os braços”.
Quanto à possibilidade de País aplicar as medidas gregas, Marques Mendes disse acreditar que “vamos ter várias destas condições, não agora mas mais tarde”, reforçando que “o que não havia mesmo necessidade era da Europa comportar-se desta maneira, de Portugal ser subserviente, e de o ministro das Finanças dar uma explicação de tal forma esfarrapada que toda a gente percebe que é tudo menos verdadeira”.
Fonte: Notícias ao Minuto Online
“A noite passada, na TVI24, o antigo líder social-democrata, Marques Mendes, mostrou-se muito crítico do modo como o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, comentou a possibilidade de Portugal vir a beneficiar das condições, recentemente, aplicadas à Grécia.
“Vítor Gaspar veio dizer que em Portugal fez-se ‘uma inqualificável conclusão’ e acrescentou que se tratava de ‘uma tentativa de simplificar em excesso, coisas que são muito complexas’. Deve ser só para a cabeça dele”, comentou Marques Mendes, defendendo que esta atitude insinua que “ele não está ao nível de nós, comuns mortais”.
Marques Mendes prosseguiu as críticas: “Acho que ele [Vítor Gaspar] está a gozar com o pagode. O que lhe ficava era bem, em vez de andar a fazer dos outros parvos, dizer esta coisa muito simples: ‘a União Europeia não conseguiu o desejável para não nos comparar à Grécia’, agora o que não lhe fica bem é fazer dos portugueses um conjunto de atrasados mentais que não são capazes de perceber as coisas”.
Em sentido inverso, o social-democrata elogiou a atitude do Presidente da República, Cavaco Silva, defendendo que “veio [depois] colocar os pontos nos ís, como quem diz ‘atenção não é por a Alemanha ter dito isto que nós agora cruzamos os braços”.
Quanto à possibilidade de País aplicar as medidas gregas, Marques Mendes disse acreditar que “vamos ter várias destas condições, não agora mas mais tarde”, reforçando que “o que não havia mesmo necessidade era da Europa comportar-se desta maneira, de Portugal ser subserviente, e de o ministro das Finanças dar uma explicação de tal forma esfarrapada que toda a gente percebe que é tudo menos verdadeira”.
Fonte: Notícias ao Minuto Online
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
A votação segue dentro de momentos…
Esta tarde foi discutido na Assembleia da República o Projecto de Lei nº 320/XII/2ª (Reorganização Administrativa do Território das Freguesias), da autoria do PSD e do CSD, que prevê a extinção / agregação de 1.165 freguesias, entre as quais a Aboboreira e o Penhascoso.
Havia quem esperasse que a votação ocorresse hoje, mas ela foi adiada para amanhã. Talvez porque as galerias da Assembleia da República estivessem repletas de autarcas de Câmara e de Junta de Freguesia.
A votação segue dentro de momentos. Os deputados da maioria preferem que a votação e a aprovação da lei sejam feitas sem estarem sujeitos aos olhares incómodos dos autarcas.
Isto designa-se de coragem política ou do seu contrário?
Notas Finais:
1) Os Vereadores do PS marcaram presença nas galerias da Assembleia da República. Por uma questão simbólica e de solidariedade.
2) Um Governo com coragem e respeito pelos autarcas e pelas populações teria estado hoje presente no Parlamento para participar na discussão da Reorganização Administrativa do Território das Freguesias.
O Dr. Miguel Relvas e o seu Secretário de Estado da Administração Local, Paulo Simões Júlio, os pais desta reforma, não se deram a esse trabalho. Surpreende esta ausência? Não.
Havia quem esperasse que a votação ocorresse hoje, mas ela foi adiada para amanhã. Talvez porque as galerias da Assembleia da República estivessem repletas de autarcas de Câmara e de Junta de Freguesia.
A votação segue dentro de momentos. Os deputados da maioria preferem que a votação e a aprovação da lei sejam feitas sem estarem sujeitos aos olhares incómodos dos autarcas.
Isto designa-se de coragem política ou do seu contrário?
Notas Finais:
1) Os Vereadores do PS marcaram presença nas galerias da Assembleia da República. Por uma questão simbólica e de solidariedade.
2) Um Governo com coragem e respeito pelos autarcas e pelas populações teria estado hoje presente no Parlamento para participar na discussão da Reorganização Administrativa do Território das Freguesias.
O Dr. Miguel Relvas e o seu Secretário de Estado da Administração Local, Paulo Simões Júlio, os pais desta reforma, não se deram a esse trabalho. Surpreende esta ausência? Não.
Nem os deles conseguiram convencer…
Relativamente à reorganização administrativa do território a Assembleia Municipal de Tomar pronunciou-se pela manutenção do actual quadro de freguesias do concelho.
Também a Assembleia Municipal de Penela apresentou uma proposta em que agregava apenas uma freguesia quando, de acordo com a lei, o concelho estava obrigado a agregar duas freguesias.
Porque trazemos aqui estes 2 casos? Porque o Dr. Miguel Relvas é o presidente da Assembleia Municipal de Tomar e o seu Secretário de Estado da Administração Local, Paulo Simões Júlio, desempenhou o cargo de presidente da Câmara Municipal de Penela até ter assumido funções no governo.
Pergunta-se: se eles não conseguiram convencer os munícipes e os órgãos autárquicos dos respectivos concelhos quanto à bondade da lei que querem impingir ao país, como podem os portugueses em geral estar de acordo com ela?
Também a Assembleia Municipal de Penela apresentou uma proposta em que agregava apenas uma freguesia quando, de acordo com a lei, o concelho estava obrigado a agregar duas freguesias.
Porque trazemos aqui estes 2 casos? Porque o Dr. Miguel Relvas é o presidente da Assembleia Municipal de Tomar e o seu Secretário de Estado da Administração Local, Paulo Simões Júlio, desempenhou o cargo de presidente da Câmara Municipal de Penela até ter assumido funções no governo.
Pergunta-se: se eles não conseguiram convencer os munícipes e os órgãos autárquicos dos respectivos concelhos quanto à bondade da lei que querem impingir ao país, como podem os portugueses em geral estar de acordo com ela?
Altos voos
Para ganhar boa “xeta”
Temos que ser selectos
Falamos com a Roseta
Para darmos cursos aos arquitectos
Ó senhora bastonária
Deixe as normas no tinteiro
Disponibilize a sua Associação
Para ganharmos muito dinheiro
A coisa não me está a cheirar
Porque ao povo vão sacar
Não estou nada interessada
Nessa vossa golpada
Mas não há nenhum azar
Ou acha que sou “tontelho”
Só precisamos contratar
A empresa do Coelho
Ó Senhor governante
Estou esclarecida disso
Não me procure doravante
Porque eu não entro nisso
Sabem-se as verdades, enfim
Porque a Imprensa nos informa
Vão sacando o nosso pilim
Para aumentarem a reforma
Com este tipo de confusão
Vai o Relvas governando a vida
O povo não amealha tostão
E ele tem a velhice garantida
Temos que ser selectos
Falamos com a Roseta
Para darmos cursos aos arquitectos
Ó senhora bastonária
Deixe as normas no tinteiro
Disponibilize a sua Associação
Para ganharmos muito dinheiro
A coisa não me está a cheirar
Porque ao povo vão sacar
Não estou nada interessada
Nessa vossa golpada
Mas não há nenhum azar
Ou acha que sou “tontelho”
Só precisamos contratar
A empresa do Coelho
Ó Senhor governante
Estou esclarecida disso
Não me procure doravante
Porque eu não entro nisso
Sabem-se as verdades, enfim
Porque a Imprensa nos informa
Vão sacando o nosso pilim
Para aumentarem a reforma
Com este tipo de confusão
Vai o Relvas governando a vida
O povo não amealha tostão
E ele tem a velhice garantida
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
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